Não-retrospectiva 2010 n.6

dezembro 16, 2010

CASSETA E PLANETA RENOVA CONTRATO COM GLOBO ATÉ 2020

Depois de meses de negociação, quando todos já apostavam num cancelamento do programa a Globo enfim renovou o contrator desses baluartes da televisão brasileira. Mas para dar um gas no ibope dos quinquagenários humoristas, uma equipe foi contratada para dar um repaginada na atração. Chega de paródias de novelas e piadas com o Rubinho Barrichello. Capitaneado por uma talentosa turma de novos humoristas, o Casseta e Planeta agora vai fazer aguçadas críticas políticas. O programa vai apresentar inovações jamais vistas como: entrevistas com politicos, reportagens-denúncia-engraçadinhas, pegação no pé de famosos e até mesmo vai ter um TOP FIVE com o que de melhor aconteceu na semana na tv.

E quando gente pensava que o Casseta não podia piorar, o figurino da Maria Paula deixa de ser minisais e blusinhas decotadas e passa a ser um terninho. 2010 foi um ano negro para o humor gostoso.

Vai, ri gostoso pra mim, Maria Paula

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Aproveitando as comemorações de Páscoa, a TV Alternativa relembra algum dos melhores especiais pascoalinos de todos os tempos da TV Mundial. Hey, ho, let´s GO:

10. Na Páscoa de 2003 a televisão árabe Al Jazeerah realizou uma grande festa para achincalhar está tradição cristã. A atração consistia em grandes chefs muçulmanos apresentando as mais diversas receitas de coelho. Sacridelicioso!

9. Em 1976, um especial de Páscoa com o ABBA conquistou o coração de todos os suecos. O programa foi transmitido ao vivo dos fiordes ao norte do país, o que causou a morte por hipotermia do músico Benny Andersson. Benny depois foi substituído secretamente por um sósia.

8. O Praça é Nossa de Páscoa de 1997 é um novo-clássico da TV brasileira. O ponto alto do show foi a perda da virgindade da velha da praça com um nervoso coelho interpretado pelo Batoré.

7. Com o auge da beatlemania, a TV britânica colocou no ar um especial de Páscoa com o FAB four em 1965. O especial era na verdade, o filme hard days night inteiramente dublado por coelhos.

6. Sempre controverso, o rapper R.Kelly aprontou várias no seu “Kelly Eastah Easter” em 2005. Entre as atrações estavam as coelhetes dançarinas, que nada mais eram do que CRACK WHORES com orelhinhas feita de papelão. E a mais polêmica, um quadro onde ele fez uma criancinha cega lamber seus ovos.

imagem de arquivo: r.kelly tentando convencer o menino cego a lamber os ovos

imagem de arquivo: r.kelly tentando convencer o menino cego a lamber os ovos

80 com corpinho de 82

março 8, 2009

Aniversariante do dia.  Cada vez mais com o pé gracinha na cova. Sem mais.

"Hoje eu vou dar praquele tiozinho da terceira fileira"

"Hoje eu vou dar praquele tiozinho da terceira fileira"

É super!

fevereiro 18, 2009

Nos tempos bicudos em que vivemos uma boa parte dos programas de tv sobrevive somente do jabá. Mesmo com a audiência dando traço, meia dúzia de anunciantes chumbregas seguram as pontas. É tratamento capilar pra cá, chá de sumiço pra lá. O que hoje é comum, era a bandeira de um inovador programa dos subestimados anos 90. SUPERMARKET uma tour de force do sempre provocador Ricardo Corte Real (ou Leal, vá saber).

Como todo game show, era extremamente descontraído. Em um SUPER supermercado,  os participantes respondiam perguntas relevantíssimas sobre pastas de dente  e pepinos em conserva. Advinhar o logotipo era mato, uma espécie de qual é a música pros publicitários de plantão. Mas o emocionante mesmo era o final: uma frenética corrida pelos corredores do supermercado em busca da ervilha perdida (ou modess, ou  caixa de sabão em pó).

Com essa onda desenfreada de remakes na telinha (vide a Escolinha da Band) não sei como os geniais executivos televisivos ainda não ressucitaram este morto muito louco. Fica aqui a torcida por SUPERMARKET RELOADED.

Mari Alexandre, uma das primeiras ganhadoras do Supermarket

Mari Alexandre, uma das primeiras ganhadoras do Supermarket

Tagline do programa na Wikipédia: Com um formato ágil e inovador, “Supermarket” divertia tanto quem participava, como quem assistia.

Todo grande grupo tem um cara que entra para história como um participante a mais. Dartagnan era o quarto mosqueteiro, Arnaldo Antunes é o sétimo titã e todo mundo que um dia já passou por Liverpool é o quinto beatle. Na trupe humorística de maior sucesso no Brasil não poderia ser diferente. Esta é a história de CONRADO, o quinto trapalhão.

Conrado começou sua “carreira” aos doze anos fazendo comerciais na televisão mineira. Não demorou muito para que fosse descoberto pelo caça-talentos mais ávido dos anos 80/90: Gugu Liberato.  Passando por BH por ocasião do lançamento do Grupo Dominó, Gugu viu que o pequeno Conrado dava pra ser artista. Daí para o sucesso, foi um pulo. Seu primeiro filme foi “Trapalhões na terra dos monstros”, onde contracenou com Dominó, Gugu,Trapalhões e Angélica com quem viveu um affair relâmpago (Chupa, Luciano Huck!). Depois seguiram-se 5 anos de sucesso no programa dos Trapalhões. Lá Conrado viveu seu auge gravando sucessos como “Encontro Casual” e “Quero você, neném” e comendo um belo sorvetão, andréia.

Depois de um tempo desaparecido da grande mídia, hoje Conrado se converteu e canta música gospel. Mas por que essa mudança radical? Todo mundo sabe que quem se converte ou é ex-drogado ou ex-viado. Qual será a alternativa de Conradinho. Bem, como ele foi descoberto pelo Gugu, acho que não tem droga na jogada, não. Cheers!

tamy gretchen

Conrado encontrou deus e ficou coradinho

* Não coloque Conrado no busca por imagens no Google. Nunca.